Senado é prioridade máxima, Piauí entra no jogo nacional
“No Senado, todos os estadosvalem o mesmo. Piauí, São Paulo, Rio Grande do Sul ou Amazonas, cada um elege trêssenadores. É por isso que a disputa pelo Senado virou prioridade absoluta dogoverno Lula”, foi o que afirmou o deputado Francisco Limma (PT) ao analisar asmudanças no quadro nacional com a possível candidatura de um nome do PSD.
Não tem verticalização, mas tem orientação
A chamada “verticalização das coligações” foi criada por resolução do Tribunal Superior Eleitoral em 2002, exigindo que coligações estaduais espelhassem a coligação presidencial. Se ainda valesse o fato do PSD ter um candidato a presidente como oposição a Lula mudaria o desenho no Piauí com a obrigatória substituição da vaga do PSD na chapa que busca a reeleição do governador Rafael Fonteles (PT).
A única “obrigação” que às vezes se observa é política e estatutária, não jurídica: vem da correlação de forças interna, de decisões das executivas nacionais e das regras de disciplina e fidelidade de cada legenda ou federação.
Ou muda o candidato, ou muda o partido, ou muda a composição da chapa.
O prazo de é 3 de abril. Até lá o PSD tem que decidir.
“Até lá, a orientação é não se deixar levar por especulação. A mensagem interna é clara: sem confirmação oficial, não se antecipa conflito”, defende Limma.



