Após prisão em Teresina, empresária acusada de agredir doméstica grávida é levada para o Maranhão

Transferência para São Luís ocorreu na tarde desta quinta-feira (7); suspeita é investigada por tortura, ameaça e lesão corporal


Após prisão em Teresina, empresária acusada de agredir doméstica grávida é levada para o Maranhão Foto: Divulgação/SSP-PI

A empresária identificada pelas iniciais C.S.F.A., presa na manhã desta quinta-feira (7) em Teresina, foi transferida na tarde de hoje para São Luís (MA), cidade onde ocorreram os crimes investigados pela Justiça do Maranhão.

Ela é suspeita de agredir uma trabalhadora doméstica de 19 anos, grávida de cinco meses, no município de Paço do Lumiar, na Grande São Luís. Contra a investigada havia um mandado de prisão preventiva pelos crimes de tortura, lesão corporal, ameaça e constrangimento ilegal.

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Segundo a denúncia, a vítima teria sofrido agressões físicas e ameaças de morte após ser acusada de furtar um anel da ex-patroa.

A prisão foi realizada pela Secretaria de Segurança Pública do Piauí, por meio da Superintendência de Operações Integradas (SOI), Diretoria de Inteligência da SSP-PI e Força Estadual Integrada de Segurança Pública, no bairro São Cristóvão, zona leste de Teresina.

De acordo com o superintendente de Operações Integradas da SSP-PI, delegado Matheus Zanatta, a localização da empresária ocorreu após troca de informações entre as forças de segurança do Maranhão e do Piauí.

“A Polícia Civil do Maranhão, através da SEIC, estava cumprindo mandados judiciais em São Luís, entre eles o mandado de prisão dessa empresária, mas ela não foi localizada. Eles entraram em contato conosco na manhã de hoje, repassaram informações, e nossas equipes realizaram levantamentos que confirmaram que ela estava em Teresina. Prontamente fechamos o cerco e realizamos a prisão”, afirmou.

O diretor de Inteligência da SSP-PI, delegado Yan Brayner, destacou a importância da integração entre os estados para o cumprimento do mandado judicial.

“Foi uma ação coordenada entre os setores de inteligência e as equipes operacionais, que possibilitou identificar a movimentação da investigada e efetuar a prisão com agilidade. Essa integração entre os estados fortalece o enfrentamento à criminalidade e garante maior efetividade no cumprimento das decisões judiciais”, declarou.

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