Com Governador Rafael, Porto do Piauí entra em operação este ano


Com Governador Rafael, Porto do Piauí entra em operação este ano

Para este ano de 2026, a previsão é concluir o processo de alfandegamento, iniciar a instalação das primeiras plataformas de movimentação de cargas, dar continuidade às obras do Terminal Pesqueiro, implantar a subestação de energia do complexo e finalizar a sinalização do canal de navegação, etapas consideradas necessárias para o início da operação comercial.

Com a execução e implantação das obras acima relatadas o Porto do Piauí projeta início da operação comercial em 2026 após entraves ambientais.

A má vontade na compreensão e concepção do Porto do Piauí, com autoridades estaduais e federais historicamente achando que o Piauí não poderia ter um porto marítimo, porque não havia Calado marítimo suficiente para receber os navios de qualquer parte, consequentemente o Estado não teria Porto por conta desta falácia, também histórica, embora todos os demais Estados nordestinos e brasileiros tenham o seu porto marítimo e não houve esta pendenga para construir o seu ancoradouro marítimo, embora Dom João VI em 1806 haja autorizado sua construção, baseado em pareceres de técnicos marítimos portugueses. Entretanto, no Brasil, as autoridades alegavam e justificavam insistentemente de que o Porto do Piauí era inviável, embora havia até iniciado as suas obras no distante ano de 1817, ainda no reinado de Dom Pedro I, que cumpria a ordem de Dom João VI, rei de Portugal.

Mas, nesse período de mais de dois séculos de existência a obra do Porto do Piauí teve vários momentos de execução e paralisação, porque também sempre prevaleciam a descrença e o pessimismo em torno da existência e execução das obras do Porto do Piauí.

E, assim, diante de vários inícios e várias paralizações constantes, a obra do Porto chegou às mãos de um governante determinado, audacioso, competente e visionário, como Rafael Fonteles, que deu prosseguimento às obras e está concluindo uma etapa que permitirá o funcionamento do Porto do Piauí neste ano de 2026.

Contudo, a descrença e o pessimismo do Piauiense, que são enormes e históricos, além dos ecologistas, também descrentes, com o ICMBio, ajudam a paralisar o andamento das obras do Porto do Piauí, todos a ajudarem o Piauí não ter o seu Porto, todavia a determinação do Governador do Piauí, Rafael Fonteles, obcecado pela obra do Piauí, enfrenta todos esses obstáculos e o Porto, ainda assim, funcionará em 2026, embora haja ainda de fazer investimentos da ordem de 7 bilhões até 2030. Mas, nada disto, intimida o Governador Rafael que, com a bandeira empunho, mestra aos descrentes e pessimistas que o Porto do Piauí é viável, como já diziam os engenheiros portugueses, para Dom João VI, há mais de 200 anos passados.

Na verdade, o que paralisam as obras do Porto do Piauí, além da má vontade e do pessimismo dos piauienses, são as constantes fiscalizações do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) que negou o pedido de licenciamento ambiental do Terminal de Uso Privado (TUP) do porto, alegando que a construção do Porto prejudica profundamente o meio ambiente, especialmente animais noturnos como pebas e tatus, além de outros congêneres, embora a enorme quantidade desses animais na região do Porto do Piauí.

No Nordeste, três Estados têm dois portos marítimos: Ceará, vizinho ao Piauí, opera dois portos; Pernambuco e Bahia, também com dois cada, mas o Piauí não pode ter o seu Porto. Deve ficar sem porto marítimo para exportar os grãos do Cerrado, o ferro, carne bovina etc. etc. em grande quantidade produzidas em escala comercial.

Entretanto, inobstante a descrença e o pessimismo de muitos piauienses e de autoridades federais e estaduais, o Porto do Piauí será construído e as obras acabadas no segundo mandato do Governador do Piauí, Rafael Fonteles, embora os grandiosos investimentos que deverão ser ainda feitos, até 2030, no montante de 7 bilhões de reais.

No entanto, até 2030, os que creem na construção do Porto, terão que combater, veementemente, a descrença e o pessimismo de milhares de piauienses que não crêem na construção do Porto e propagam insistente e abertamente a infâmia de que o Governador Rafael Fonteles está enganando a população piauiense.

Magno Pires é membro da Academia Piauiense de Letras-APL, advogado da União (aposentado), Ex-Secretário de Administração do Piauí e ex-presidente da Fundação CEPRO, professor, jornalista e ex-advogado da Cia. Antárctica Paulista (hoje AMBEV) por 32 anos consecutivos, atual Secretário de Estado do Saneamento Básico – SESB






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