Presidente da Alepi ameaça cortar ponto e salário dos faltosos
O presidente da Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), Severo Eulálio, disse que vai cobrar a presença dos deputados em plenário no período de campanha e não descartou a possibilidade de cortar o valor corresponde dos salários. Ele disse que o objetivo é evitar o esvaziamento das sessões nas eleições. Seis deputados não vão disputar reeleição. Dos 24 restantes, que vão disputar novo mandato, tem que manter as atividades legislativas nas comissões técnicas e no plenário. “Nós não podemos parar. Então, nós estamos aqui trabalhando diariamente. Eu conversei com todos os parlamentares, eles sabem e entendem a importância. Nós já estamos trabalhando na montagem das comissões técnicas da Casa para que nós possamos tramitar todos os projetos”, afirmou o presidente Severo Eulálio. Os deputados devem fazer sessões concentradas nas terças e quartas-feiras para garantir o quórum. Nos outros dias, a mesa diretora permitiu que a sessão possa ser na modalidade hibrida, quando os parlamentares poderão participar das sessões virtualmente. Mas se tiver faltas recorrentes, vão ter outras consequências, segundo o presidente. “Pode ter corte de ponto, mas os parlamentares sabem da importância da sua presença aqui na Casa”, afirmou.
Atualizando o mapa
A Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi) vai revisar a circunscrição territorial de 15 municípios do estado. As revisões foram aprovadas na Comissão de Estudos Territoriais (Cete). Serão analisados os limites territoriais das cidades de Vera Mendes, Itainópolis, Isaías Coelho, Patos do Piauí, Lagoa do Piauí, Miguel Leão, Olho D’Água do Piauí, Água Branca, São Pedro do Piauí, Agricolândia, Jaicós, Massapê do Piauí, Caridade do Piauí, Jacobina do Piauí e Conceição do Canindé.
Mapeamento de risco
O Gerente de Operações da Defesa Civil de Teresina, Marcos Rolf, informou dos danos causados pelas chuvas com ventos fortes e outros problemas causados na cidade. Fizeram mapeamento dos pontos críticos para alagamento, desmoronamento e outros problemas. Tem um plano de ação que é colocado em execução pelas equipes da Defesa Civil.
Empresa de sorteio
O delegado da PF, Marco Antônio Nunes, disse que a investigação sobre sorteios irregulares em Teresina realizados pela empresa Piauí Cap ou Poti Cap já vem de algum tempo e um dos alvos só não foi preso, porque estava viajando. A empresa mudava de nome constantemente, o que seria uma forma de burlar a investigação. “É uma forma de burlar a fiscalização do Ministério da Fazenda. Eles tentam de todas as formas alterar o quadro societário, o nome. Passa de nome para um outro, mas na continuação, são sempre as mesmas pessoas, muda uma ou outra”, afirmou o delegado da PF.
Recuperação
O superintendente do DNIT-PI, Ribamar Bastos, informou que foi feita a licitação para a recuperação da BR-235, entre Guaribas e Bom Jesus, no valor de R$ 370 milhões. A rodovia corta os estados de Sergipe, Bahia, Pernambuco, Piauí, Maranhão, Tocantins e Pará.
Reorganização
Segundo a presidente da FMS, Leopoldina Cipriano, já foi feita a organização financeira e o plano de execução para este ano. E foi anunciado ainda um incremento na área da saúde com repasse do estado do Maranhão de R$ 450 mil para R$ 2,5 milhões. A FMS vai pedir ainda o retorno dos servidores que estão cedidos para o Estado. O objetivo é reorganizar e melhorar a estrutura da fundação.
Prioridades
O médico ortopedista Leonardo Eulálio retornou à Câmara Municipal de Teresina. Ele foi convocado depois que o vereador Luís André assumiu a secretaria municipal de Articulação Institucional. Leonardo Eulálio disse que a prioridade é a melhoria no sistema de saúde. “Nós precisamos de mais recursos para saúde para melhorar o atendimento”, informou o parlamentar.
VOZ DO PODER
“Antes, quem tinha energia solar, quem tinha placa de energia solar, produzia energia e não participava desses outros custos. Ou seja, simplesmente produzia energia, mandava para a rede, e a rede gerenciava tudo isso. Então, quem tinha energia solar não participava desses custos. O que aconteceu, na prática, é que uma empresa de energia tem custos. E, quando ela monta esses custos, precisa cobri-los para ter lucro. Se uma parte não participa desses custos, para onde eles vão? Termina recaindo sobre quem não tem energia solar. Esses custos acabam sendo pagos pelas pessoas de menos recursos”, afirmou o secretário de Fazenda, Emílio Júnior, explicando sobre o ICMS e nega cobrança sobre geração de energia solar no Piauí.



