Justiça mantém presos nove investigados do grupo DF Trader
A investigação apura suspeitas de fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de dinheiro
Foto: SSP-PI A Justiça converteu em prisão preventiva as prisões temporárias de nove investigados na operação que apura a atuação do grupo DF Trader, suspeito de envolvimento em crimes de estelionato qualificado por fraude eletrônica, associação criminosa e lavagem de capitais. A decisão também decretou a prisão preventiva de um décimo investigado, que permanece foragido.
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Com a determinação judicial, permanecem presos Douglas Fonseca Araújo, Ícaro Teixeira de Sousa, Lucas Soares Coutinho, Eduardo Lima de Sousa, Milena Alves Torres, Viviane Alves da Silva, Caio Guilherme Campelo, Caio Fonseca Araújo e Jaquenilson Alvino de Sousa Abreu.
Além deles, a Justiça decretou a prisão preventiva de Tharsio Moura Soares de Gusmão, que ainda não foi localizado pelas autoridades e é considerado foragido.
Na mesma decisão, Janda Maira de Sousa Silva e Vitória Gabriely Conceição Fonseca Araújo tiveram as prisões substituídas por medidas cautelares diversas da prisão, conforme previsto no Código de Processo Penal.
As investigações seguem em andamento para esclarecer todas as circunstâncias do caso, identificar possíveis vítimas e outros envolvidos, além de garantir a responsabilização dos investigados.
Operação
A operação foi deflagrada no dia 10 de julho pela Secretaria da Segurança Pública do Piauí (SSP-PI), por meio da Superintendência de Operações Integradas (SOI), coordenada pelo delegado Matheus Zanatta.
Na ocasião, dez pessoas foram presas. Durante a ação, também foram apreendidos veículos, armas de fogo, documentos, joias, relógios e outros bens. Um escritório utilizado pelo grupo DF Trader para a suposta prática das atividades criminosas também foi interditado.





