Associação Reabilitar celebra 20 anos com mais de dois milhões de atendimentos
Instituição destaca atuação social em projetos de saúde e reabilitação
Associação Reabilitar - Foto: Reprodução A Associação Reabilitar celebrou duas décadas de atuação no Piauí reforçando o papel social desenvolvido em parceria com o poder público e a sociedade civil. Fundada em 13 de março de 2006 por médicos, engenheiros, professores, terapeutas, enfermeiros e empresários, a instituição se consolidou como referência em projetos voltados à saúde e reabilitação.
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O médico neurocirurgião Benjamim Pessoa Vale destacou que a associação nasceu com o propósito de transformar vidas por meio do cuidado e da cidadania.
Benjamim Vale Pessoa, médico neurocirurgião- Foto: Kauan Sousa/Teresina Diário
“O setor social não trabalha pelo ter e nem pelo ser, ele trabalha com o fazer. O nosso cuidado é transformar as pessoas, sabendo que todo ser humano é amor de alguém”, afirmou.
Um dos principais marcos da associação foi a administração do Centro Integrado de Reabilitação (Ceir), inaugurado em 2008. Segundo o médico, a unidade já realizou mais de 2 milhões de atendimentos ao longo dos últimos anos, oferecendo assistência especializada à população.
Além do Ceir, a Associação Reabilitar também administra o transporte eletivo da macrorregião Entre Rios, serviço que utiliza micro-ônibus para levar pacientes do interior a tratamentos de alta complexidade em Teresina, como quimioterapia, radioterapia e hemodiálise.
Outro projeto destacado foi o Pense Bem AVC, primeira iniciativa da entidade, voltada à conscientização e prevenção do Acidente Vascular Cerebral. A ação contribuiu para a implantação da rede pública de atendimento ao AVC no Piauí, com uso de trombólise na fase aguda da doença.
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A associação também é responsável pela administração da Nova Maternidade Dona Evangelina Rosa. Segundo Benjamim Vale Pessoa, a unidade já contabiliza cerca de 14 mil nascimentos e mais de 253 mil atendimentos ambulatoriais em quase três anos de funcionamento, contribuindo para a redução da mortalidade materna e infantil no estado.
Para o neurocirurgião, os resultados alcançados demonstram a importância da participação da sociedade civil na construção de políticas públicas de saúde e no cuidado com a população piauiense.





