OAB-PI aciona Justiça para exigir reestruturação do transporte público de Teresina
A ação civil pede plano emergencial, auditoria na bilhetagem e mais transparência na gestão do sistema
OAB-PI - Foto: Divulgação A Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Piauí (OAB-PI), ajuizou uma ação civil pública com pedido de tutela de urgência contra o Município de Teresina e a Superintendência Municipal de Transportes e Trânsito (Strans), com o objetivo de garantir a continuidade e a qualidade do transporte público na capital.
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Na ação, a OAB aponta falhas estruturais no sistema, com base em dados administrativos e material técnico do Tribunal de Contas do Estado do Piauí (TCE-PI). Entre os problemas citados estão subsídios públicos sem medição adequada do serviço prestado, falhas na bilhetagem eletrônica, fragilidade na fiscalização, ausência de indicadores oficiais de desempenho e ineficiência na aplicação de penalidades.
A entidade também questiona a flexibilização de corredores exclusivos de ônibus sem respaldo técnico e sustenta que há omissão administrativa na organização do sistema.
Entre os pedidos feitos à Justiça, a OAB requer que o Município e a STRANS apresentem, em até 10 dias, um plano emergencial com detalhamento da frota, linhas e horários, além de medidas para evitar a redução da oferta de ônibus.
A ação solicita ainda a implantação de mecanismos de medição auditável do serviço, auditoria independente no sistema de bilhetagem eletrônica, divulgação periódica de dados operacionais e financeiros e revisão técnica da Portaria STRANS nº 30/2025.
A OAB pede o acompanhamento contínuo do Poder Judiciário, com monitoramento das medidas e aplicação de multa diária em caso de descumprimento das determinações.
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