Ex-jogador Romerito comemora vitória do Fluminense em Teresina
Ex-meia assiste ao primeiro jogo do Mundial de Clubes na sede da Flu Piauí, torcida do Fluminense formada por teresinenses
Romerito na sede da Flu Piauí/Foto: Reprodução Redes Sociais O ex-meia Júlio César Romero, carinhosamente chamado de Romerito, um dos maiores ídolos do Fluminense e da torcida tricolor, veio mais uma vez para Teresina, acompanhar a estreia do seu time do coração no Mundial de Clubes, em partida válida pelas semifinais do torneio, contra o Al-Ahly, do Egito. Natural do Paraguai, o ex-jogador nunca escondeu o seu amor pelo Brasil e pelo clube carioca que defendeu por 5 anos.
Durante esse período, Romerito disputou 211 partidas e marcou 59 gols. Mesmo depois de deixar o Fluminense, o paraguaio continua participando de eventos que envolvem o time, e não foi diferente nessa segunda-feira (18). Em mais uma viagem ao Piauí, o destino era certo: a sede da Flu Piauí, uma casa localizada no bairro São João, que leva o nome de Arena Dom Romero como uma forma de homenagear o patrono da torcida formada por teresinenses.
“Eu me identifiquei com a torcida, a torcida se identificou comigo. Eu nunca os abandonei e eles nunca me abandonaram. Temos uma relação de casamento, parecido com homem e mulher. Então, estamos nessa. Eu sou torcedor do Fluminense e eu gosto de estar aqui com eles. É um momento que não sabemos quando vai acontecer de novo [Mundial de Clubes]. Estou feliz por estar aqui de uma forma diferente. Somos campeões da taça Libertadores, e agora estamos disputando o Mundial”, comentou Romerito, em entrevista para o Teresina Diário.
Na Flu Piauí, a segunda-feira foi de comemoração. Não apenas pela presença de Romerito, mas também pela vitória sobre o Al-Ahly por 2 a 0, com gols de Arias, de pênalti, e de John Kennedy, que mandou de canhotinha para o fundo da rede, de dentro da área.
“Muita alegria e felicidade, porque o Romerito tem sido um “pé quente” pra gente. A arena foi batizada em sua homenagem, e eu acho muito justo, não só pela nossa torcida, mas pelo estado do Piauí. Eu me encontrei com ele na final da Libertadores [no Maracanã], e ele disse que queria assistir ao jogo das semifinais com a gente. Ele trouxe sorte e sexta-feira [na final] estaremos reunidos novamente”, destacou Eurípedes Andrade, um dos criadores da Flu Piauí.
Além de Romerito, a torcida piauiense do Fluminense contou com outro “amuleto da sorte”. O Miguel Rocha, de 9 anos, começou a torcer pelo time carioca através de seu pai, Joaquim Coelho, que apresentou o clube para ele. O garoto já conheceu ídolos do Flu como Romerito, o técnico Fernando Diniz, e também viveu momentos especiais com a equipe, como o dia que entrou em campo ao lado dos jogadores em uma partida no Castelão, em Fortaleza, ou quando acompanhou a final da Libertadores direto do Maracanã.
Romerito e Miguel/Foto: Reprodução Redes Sociais
“Toda vez que eu venho assistir ao jogo do Fluminense, ele nunca perdeu. Quando eu nasci, meu pai era tricolor. Aí ele me botou como tricolor. Com 6 anos, eu comecei a gostar de futebol. Desde então, eu fui desenvolvendo meu amor pelo Fluminense”, atestou Miguel.
Agora, o próximo compromisso do Tricolor é na sexta-feira (22), às 15h. O adversário será definido nesta terça-feira (19), após o confronto entre Urawa Reds e Manchester City. E se depender de Joaquim, pai do Miguel, o título será do Fluminense.
“Eu sou muito positivo. Comprei minhas passagens para a final da Libertadores 45 dias antes do jogo. Quando assistíamos aos jogos aqui na sede, antes da final, eu falei que não iríamos perder e que estaríamos na final, e deu tudo certo. E hoje eu digo novamente que vamos ser campeões do Mundial. É como diz no documentário do Fernando Diniz: “quando você transmite energia positiva e confia, as coisas acontecem””, finalizou Joaquim.
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