Sem nacionalismo e patriotismo, o Brasil não se sustentará

E a amazônia?


Sem nacionalismo e patriotismo, o Brasil não se sustentará

A década de 50 é simbólica para o Brasil e o povo brasileiro. Nesta década, o País praticava um forte e acendrado nacionalismo e patriotismo; o Povo vibrava com esses sentimentos de nacionalismo e forte defesa dos bens e dos valores nacionais. Havia uma característica ímpar no País: a sociedade mantinha um respeito e uma tradição de amor às riquezas naturais e imateriais. E ao País.

A juventude e/ou os adolescentes defendiam empoderadamente o País. Preservavam e amavam falar na Amazônia. Idolatravam-na mesmo, não só a floresta e a sua biodiversidade, mas tudo o que dizia-se daquele gigante verde, cobiçado pelos países, no entanto já com vários animais selvagens na lista de extinção. E a ladeira que se impõe à subida do monumento homenageado pelas instituições sem o momento da extinção.

A Amazônia é um monumento  às esperanças e à fé, justamente, por isso, se mantém preservada na sua territorialidade natural e parcialmente na biodiversidade.

A Amazônia será mantida e preservada na maioria de sua biodiversidade, embora desconhecida da ciência e do conhecimento em muitas regiões.

A Amazônia é um território brasileiro, quiçá planetário, cobiçado e ousado por outros países, porém, nenhum terá capacidade de impor-lhe uma ofensiva de pretender dominá-la para que possamos preservar a sua integralidade.

Enquanto a Amazônia for território nacional preservado e a Argentina e a Venezuela todas amigas, jamais haverá avanços nas suas fronteiras porque ambos se respeitam muito, nessa tarefa de defesa de seu território.

No planeta, embora a sua grandiosidade, jamais haverá uma atitude de países em erguer paredes para cuidá-la.

Poderá haver esse processo de invasão, entretanto, a armada, com o princípio de equidade existente entre os países do contexto amazônico, será totalmente respeitado.

Ademais, o nacionalismo e o patriotismo fervorosos existentes entre os países do pacto amazonidade, não surgem para que possa obstacularizar a identidade nacional na Amazônia.

A Amazônia, sua floresta tropical, suas riquezas naturais, representam um bloco de grandiosidade de beleza não existente em nenhuma outra parte do mundo. É uma exclusividade do Brasil.

Por conseguinte, não apenas a Amazônia representa uma parte considerável do nosso território físico, porém, toda a enorme parte da biodiversidade.

A Amazônia sempre terá os seus adversários, inimigos, invasores, piratas, contrabandistas etc. etc. de suas riquezas; índios, a roubarem o que puderem e a pouca vigilância do Brasil, porém, ela sempre será do Brasil, porquanto nenhum Pais estrangeiro terá controle sobre a amplitude do seu enorme território. Apenas as armadas nacionais a conhecem plenamente, embora as centenas de aeroportos clandestinos.

A Amazônia é nossa! Nenhum país na terra, embora a vigilância muito fraca, adotada pelo Brasil, tirará o nosso domínio; e, daí a dúvida de que outros países teriam domínio sobre a Amazônia e as suas riquezas e bens.

Tudo engano!

Magno Pires é membro da Academia Piauiense de Letras-APL, advogado da União (aposentado), Ex-Secretário de Administração do Piauí e ex-presidente da Fundação CEPRO, professor, jornalista e ex-advogado da Cia. Antárctica Paulista (hoje AMBEV) por 32 anos consecutivos, atual Secretário de Estado do Saneamento Básico – SESB







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