Um vazio impossível de completar


Um vazio impossível de completar

Parei um instante para tentar escrever algo sobre mãe, mas percebi os limites de minha linguagem para descrever “três letras benditas que nelas cabem o infinito”.

Imaginar um mundo sem mãe… faltaria âncora emocional, alicerce para a vida, seios para amamentar, colo para a cabeça repousar; o cotidiano tornar-se-ia silêncio constante em saudade e fragmentado pelo desejo de existir.

Mãe, ponto central de um círculo, capaz, com cuidado, amor e sacrifício, de agir com intensidade e direção iguais.


Eu e minha mãe 

Mãe… colocar em palavras, muitas vezes, é difícil; perceber a vastidão do amor da ilustre imperatriz do universo, que sempre é fonte de luz a iluminar a escuridão.

Minha mente, a fervilhar, imaginando completar o vazio impossível, pensou num encontro imaginário entre céu e mar, no clarão da lua nas noites sertanejas, no fulgurar do sol e na escuridão da noite, na plenitude da alma, na beleza da flor e no encanto da vista ao mirar o amor, mas ainda assim, um quanto falta para…

Imaginei serem as três letras que sempre estarão presentes a preencher vidas e nos ensinar o sentimento do amor infinito e incalculável.


Eu, minha esposa e meu filho

Mãe: ser puro de pensamento, amor incondicional, refúgio e reduto de moralidade, a quem por último queremos envergonhar: “o que dizer à minha mãe?”. Amamo-las.

Benjamim Pessoa Vale, maio/2026

Médico, empreendedor social e Doutor Honoris Causa - UFPI





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