2026 será difícil, mas o cenário é melhor, avalia W.Dias


O ministro do Desenvolvimento Social e Combate a Fome, senador Wellington Dias, revelou que o PT tem acompanhado várias frentes de pesquisas e que a avaliação geral do partido é de que o desafio de enfrentar o bolsonarismo em 2006 será grande, porém que em 2022 foi mais difícil. 

“O cenário é mais favorável”, avalia. As declarações ocorreram nesta sexta-feira (10) durante sua participação em solenidade no Legislativo do Piauí. 


Mulheres do Progressistas

Será amanhã (11) o Encontro “Mulheres que Inspiram, Chama +11” . O intuito do evento é fortalecer a participação feminina na política. O encontro acontecerá a partir das 8h30, o Blue Tree Hotel e contará com a presença de lideranças nacionais comona a secretária geral do movimento Mulheres Progressistas, Ellen Konrad, além do presidente nacional, o senador Ciro Nogueira, a presidente nacional das Mulheres Progressistas, Iracema Portella, o presidente estadual do partido e pré-candidato ao governo, Joel Rodrigues. 

Inadimplência volta a subir

O efeito do Programa Desenrola acabou. O Brasil ganhou mais 9 milhões de inadimplentes em quase dois anos e chegou a 81,7 milhões de pessoas com contas em atraso — o maior patamar desde 2012. O dado pressiona o discurso econômico do governo e recoloca o crédito no centro do debate.

Renda não acompanha custo

O avanço da inadimplência indica um descompasso estrutural: mesmo com programas de renegociação, a renda não sustenta o custo de vida. O problema deixa de ser pontual e passa a ser permanente.

Economia paralela cresce

O mercado ilegal já movimenta cerca de R$ 1,7 trilhão no Brasil — equivalente a 17% do PIB. Em alguns setores, como apostas, o volume chega a R$ 150 bilhões por ano. A informalidade deixou de ser margem e virou sistema.

Concorrência fora da regra

O avanço da economia subterrânea atinge diretamente setores regulados, como combustíveis, eletrônicos e apostas digitais. Empresas legais passam a competir com quem não paga imposto nem segue regra — um desequilíbrio que afeta arrecadação e investimento.

Regulação como gatilho

O crescimento do mercado ilegal expõe um efeito colateral: quanto mais complexa e cara a operação formal, maior o incentivo para o paralelo. A regulação, sem equilíbrio, vira estímulo à informalidade.

Crédito rural em alerta

A inadimplência no agro dobrou e chegou a 6,5% em 2025. Ao mesmo tempo, as dívidas renegociadas já somam R$ 37 bilhões. O setor, que sustentou crescimento recente, começa a dar sinais de fragilidade.

Risco climático e financeiro

O aumento das dívidas no campo reflete uma combinação de custos elevados, preços voláteis e eventos climáticos extremos. O crédito rural entra em nova fase, mais cautelosa e seletiva.

A criação de indicadores como o “score produtivo” mostra uma tentativa de corrigir distorções no crédito agrícola. A tendência é sair do histórico financeiro e incorporar capacidade real de produção. 


 





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