Apoio ao Senado depende da decisão das lideranças


Apoio ao Senado depende da decisão das lideranças

O deputado Fábio Xavier (PT) externou hoje (8) em entrevista à imprensa a realidade da conjuntura política que envolve o apoio aos dois nomes do Senado na chapa governista: que depende da decisão das lideranças municipais.

A realidade do apoio aos nomes de Júlio César (PSD) e Marcelo Castro (MDB) será determinada pelos prefeitos e pelas lideranças locais. “Eu voto, onde eu puder eu tiver a condição de indicar, de pedir as lideranças eu votarei no senador Marcelo Castro e no deputado Júlio César, candidato a senador que é o time do governador Rafael”, afirmou.  

O ex-secretároi do Agronegócio foi questionado pela imprensa por sua indicação para a Secretaria, após afastamento para retorna à Alepi. Fábio Xavier indicou o ex-prefeito de Amarante, Diego Teixeira. Segundo ele mesmo filiado ao PP o ex-prefeito já havia declarado apoio ao governador Rafael Fonteles já há algum tempo.  


Bancada da segurança cresce e se consolida
O avanço das candidaturas ligadas às forças de segurança virou um fenômeno estrutural. Em 2014, eram 18 eleitos. Em 2018, saltou para 73. Em 2022, chegou a 103 parlamentares — entre eles 2 senadores, 44 deputados federais e 57 estaduais. A política incorporou de vez esse segmento.


Perfil da bancada
Entre os deputados estaduais eleitos em 2022, a maior presença veio da Polícia Civil (26) e da Polícia Militar (23). Na Câmara Federal, a PM lidera com 16 nomes, seguida pela Polícia Civil (13) e Polícia Federal (8). A presença pulverizada mostra capilaridade, não concentração.


Piauí no jogo
O estado deve ter ao menos 10 nomes ligados à segurança na disputa de 2026. A lista inclui delegados, coronéis e nomes da PRF. Diferente do padrão nacional, onde essa bancada se concentra à direita, no Piauí ela se distribui entre partidos como PT, MDB, PSD e Republicanos.


Economia perde ritmo
A produção industrial caiu 8% em fevereiro na comparação anual, segundo o IBGE. O dado reforça perda de fôlego da atividade e pressiona o discurso econômico do governo.  O setor de aço segue operando abaixo do nível de 2025. A combinação de demanda fraca e concorrência externa mantém o ambiente adverso. Mesmo com queda recente nas importações (10,8% em volume), o histórico pesa: entre 2019 e 2025, o volume importado cresceu 95%, ultrapassando 821 mil toneladas.


Custo global ainda pressiona
O cenário externo também não ajuda. O minério de ferro já acumula alta de 2,8% em 2026, enquanto produtos como aço inox sobem mais de 8%. A indústria brasileira enfrenta custo maior e menor competitividade ao mesmo tempo.


Investimento na educação médica
A inauguração do novo centro de Medicina da UFPI soma cerca de R$ 3,5 milhões em investimentos — sendo R$ 1,9 milhão de emendas parlamentares e R$ 1,5 milhão da universidade. A estrutura tem mais de 1.200 m², 10 salas e 2 laboratórios, ampliando a capacidade de formação no estado.

Integração ensino e prática

Localizado próximo ao Hospital Universitário, o novo centro reforça a conexão entre formação acadêmica e prática médica. Em um estado com déficit histórico de profissionais, o investimento tem impacto direto na qualificação da mão de obra em saúde.





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