Teresina perdeu o título de Cidade Verde e tem problemas na arborização


Teresina perdeu o título de Cidade Verde e tem problemas na arborização

O engenheiro agrônomo da Embrapa, Eugenio Emérito Araújo, afirmou que Teresina não merece o título de Cidade Verde.  E ele explicou o porquê! É recomendado pela ONU uma densidade de 200 árvores por quilômetro linear. Teresina tem 20 árvores por Km linear, apenas 10% do preconizado. Ainda nesse estudo seria prevista uma cobertura arbórea de 15 metros quadrados por habitante e em Teresina tem meio metro quadrado de copa de árvores por cabeça. O título de Cidade Verde foi dado pelo poeta maranhense Coelho Neto, mas, hoje, a cidade de Campo Grande é que seria a capital com maior quantidade de arvores. Teresina realizou um estudo com a elaboração de um plano diretor de arborização em dezembro de 2023. Desde então apresentou-se um projeto para plantarem 1 milhão de árvores até 2044, sendo plantadas 15 mil em 2024 e outras 30 mil árvores em 2025. Além disso, teriam mais de 120 mil árvores quer precisariam ser removidas por idade ou debilidade. Isso não foi feito. O plano diagnosticou 400 mil árvores com algum tipo de problema. 50% delas deveriam ser observadas, monitoradas, cuidadas, removidas e substituídas. E se faz necessária uma avaliação dos riscos de quedas de árvores na capital. E não se deveria plantar qualquer tipo, em qualquer lugar, porque entram em conflito com as construções, daí a necessidade do planejamento de urbanização e arborização da cidade.

Mercadoria

Os trabalhadores em educação na iniciativa privada são mais de 25 mil no Piauí, sendo que hoje, segundo o Sindicato dos Professores e Trabalhadores das Escolas Particulares (Sinpro), o salário de um professor particular corresponde a 61% do que ganha um professor da rede pública. E não tem piso do magistério no setor privado. A mensalidade de três alunos custeia o salário de um professor em sala de aula. Estão tratando a educação como mercadoria, reclamou o professor Kleber Ibiapina, do Sinpro.

Contradição

A situação de emergência pela situação de seca e o decreto de calamidade pública pela condição financeira, é o que tem complicado a situação do prefeito de Cocal, Cristiano Britto, para a realização do Festejo do Povo, com a participação de diversos artistas de renome nacional e internacional. O promotor de Justiça alegou que a cidade necessita de uma série de serviços públicos, mas o decreto de calamidade financeira é de janeiro e vigente por um período de 90 dias, podendo ser renovável pelo mesmo período. O prazo expirado no final do mês de julho.  Saiu da calamidade, no entanto, ainda está em emergência. As festas começam dia 11, segunda, e terminam no dia 14, uma quinta, com o show do Alok.

Suspensão dos shows

O juiz de Cocal, Anderson Britto, determinou a suspensão das festas contratadas pela Prefeitura para o Festejo do Povo. No valor total dos cachês e estrutura de palco, luz, som, alimentação, estadia, das produções dos artistas, a festa estava orçada em cerca de R$ 3 milhões. Os shows em praça pública seriam custeados com emendas parlamentares do deputado federal Jadyel Alencar.  O juiz ainda mandou retirar a propaganda e considerou promoção pessoal do prefeito e da primeira-dama. Agora começa a peleja judicial dos recursos para manter a festa alegando a geração de emprego e renda, e do turismo na região.

Investigação

O GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), grupo especializado do Ministério Público para investigar e combater o crime organizado e atividades criminosas complexas, está fazendo um acompanhamento de um procedimento investigatório na Prefeitura de Teresina. E cabe ao Gaeco ainda propor as ações penais nos casos onde couber como corrupção, lavagem de dinheiro e outros casos. A promotoria recebeu denúncias e algumas provas para dar encaminhamento a apuração.

Sem comentários

O ex-prefeito de Teresina, Dr Pessoa, afirmou que não vai acrescentar informações as falas de um ‘farofeiro’, se referindo ao ex-vice-prefeito Robert Rios. Dr. Pessoa disse que viu, mas não vai acrescentar nada. “Quando eu achar que devo, vamos falar. Não temos conhecimento e não vamos comentar por telefone”, adiantou o ex-prefeito.

Cursando

Nos esclarecimentos prestados pelo ex-vice Robert Rios, na CPI do Rombo da prefeitura de Teresina, ele disse que a Prefeitura de Teresina conseguiu cinco vagas no curso de Medicina numa faculdade particular. E essas vagas, pagas pela Prefeitura da capital, foram distribuídas entre os parentes do prefeito. A mensalidade de um curso de Medicina em faculdade particular gira em torno de R$ 11 mil a R$ 13 mil. Isso fora o transporte, alimentação, material e gastos extras. Só com mensalidade o curso teria um custo de R$ 1 milhão. Segundo Robert, pelo menos três: a mulher, uma sobrinha e um sobrinho do prefeito, estão cursando já com tudo pago.

Ponto de cultura

A população da zona Norte de Teresina está pedindo a demolição da estação de ônibus na avenida Rui Barbosa, porque atrapalha o comércio e também o tráfego. O vereador João Pereira disse que essas estações de ônibus custaram quase R$ 1 bilhão e não serve à população. “Não pode demolir, mas atrapalha mesmo tanto o comércio, quanto o trânsito. Já tiveram que anistiar as multas por lá, porque não tinha placa de sinalização e identificação. Mas queríamos dar uma destinação para essas estações como ponto de cultural, ponto digital”, sugeriu o vereador de Teresina.

VOZ DO PODER

“Não pretendo mais ser candidato. Não pretendo mais disputar mandato político. Eu vou ser filosofo. Só vou pensar!”, afirmou o ex-vice-prefeito de Teresina, Robert Rios Magalhães, ao ser questionado se iria disputar mandato em 2026.





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