Prefeitura de Teresina continua fazendo reforma administrativa visando 2024
O prefeito de Teresina Dr. Pessoa está fazendo uma revolução mesmo não estando na Prefeitura, porque está em recuperação depois de uma cirurgia para reconstituição do tendão de Aquiles do pé esquerdo, e ainda pegou uma infecção. Várias mudanças no staff da Prefeitura. O presidente do Prodater, Ronney Lustosa, assumiu o lugar de Leonardo Silva, na Secretaria de Administração. O vereador Roberval Queiroz indicou a mulher dele para assumir a SAAD Sudeste, que foi dividida agora. O vereador Neto do Angelim deve ocupar a Fundação Cultural Monsenhor Chaves. Especulações sobre a permanência de Enio Portela O secretário de Comunicação, Lucas Pereira, entregou o cargo e o nome especulado é de uma jornalista que já está na equipe. E lembrei agora do advogado Ari Ricardo que assumiu a Fundação Municipal de Saúde. E ainda tem mais mudanças por aí: as ocupações da presidência da Prodater, da SAAD Sul, que também foi dividida, e ainda tem outros postos que o prefeito vai fazer uma composição política visando as eleições de 2024. E tem muita gente querendo assumir as coordenadorias que foram criadas recentemente e as comissões de licitação da Fundação de Saúde, da Eturb e da Prodater que passaram a ter suas próprias comissões para licitar obras e serviços.
Projeto vetado
A Câmara Municipal de Teresina derrubou o projeto de lei em que o prefeito Doutor Pessoa proíbe a cobrança de taxas a alunos com deficiência em escolas particulares. Os vereadores derrubaram o PL por não ter competência do município ou dos vereadores para estabelecer regramento em escolas particulares.
Investimentos em saneamento
A Águas de Teresina realiza um evento para anunciar os investimentos em esgotamento sanitário na capital para os anos de 2023 e 2024 receberá o maior pacote de obras de esgoto desde o início da subconcessão e irá gerar 525 novos postos de trabalho e beneficiar diretamente 480 mil teresinenses. Evento 8h30 ETE Aguas Teresina Pirajá na Av Maranhão.
Fiscalização e educação
O excesso de velocidade é o maior problema no transito da capital, o que gera mais acidentes e mortes no transito. Por conta disso, a Strans mudou a fiscalização e também as ações educativas par reduzir ainda mais os índices negativos do transito. Segundo um levantamento da Strans, houve uma redução em pelo menos 35% no número de acidentes nas principais avenidas da cidade.
Monitoramento
As entradas e saídas de Teresina estão sendo monitoradas pelo serviço de vigilância eletrônica. É um cinturão eletrônico que também fiscaliza as principais vias e corredores na capital. Nisso eles registram infrações com a invasão de semáforo, uso de telefone celular, não uso do capacete e ter uma fiscalização mais eficiente. O objetivo é o condutor seguir o Código de Trânsito e ter menos excessos para preservar a vida.
Depuração do programa
O programa Bolsa Família passar por mudanças e está averiguando uma série de irregularidades, inclusive fraudes no programa. Pelo menos 1.500 famílias ficarão com o benefício suspenso até junho para esse processo. Trata-se de uma reorganização dos cadastrados para corrigir distorções, evitar um colapso, fazer uma triagem e garantir o benefício para quem precisa.
Despejo e retomada
Órgãos como a Caixa e a ADH estão levantando os nomes dos proprietários de residências populares em conjuntos financiados pelo governo, que foram invadidos, ocupados irregularmente, negociados, alugados, ou tomados para que haja um despejo e a devolução do imóvel a quem de direito. Está sendo vista cada situação para as devidas providências. Para isso, está sendo feito um estudo social e ver as condições em cada caso e dar execução aos termos de compromisso já assinados no ato do recebimento das chaves do imóvel.
VOZ DO PODER
A ADH, Caixa Econômica e o Ministério das Cidades estudam uma forma de poder financiar a reforma e ampliação, com melhorias, em casas de pessoas em situação de vulnerabilidade ou com registro no Cadastro Único. “Queremos levar a dignidade para as pessoas que tem um imóvel, mas estão em situação precária. As vezes não tem sequer um banheiro”, comentou o presidente da ADH, Carlos Edilson.





