• Teresina, 28/06/2022
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XIII Exposoja, Distrito Santa Rosa, em UruçuiÍ, PIAUÍ

Uma feira exposição monstruosa do Agronegócio, montada no município de Uruçuí, com as presenças de centenas de empresas


XIII Exposoja, Distrito Santa Rosa, em UruçuiÍ, PIAUÍ

               Espetacular! Fantástica! e grandiosa!

              Estas três palavras simbolizam e traduzem tudo do que representa a XIII Exposoja. Evento gigantesco do agronegócio realizado no Distrito de Santa Rosa, município de Uruçuí, Sul do Estado do Piauí, que reúne empresários, agricultores, empreendedores, políticos, etc..

              Uma feira exposição monstruosa do Agronegócio, montada no município de Uruçuí, com as presenças de centenas de empresas, expondo e vendendo os seus enormes equipamentos e máquinas utilizados no preparo da terra, na aragem, no plantio e na colheita de milhares de toneladas de grãos de soja, milho, milheto, feijão e algodão. Encontro que deixa o visitante e aquele que visita o evento pela primeira vez surpreso, admirado e boquiaberto, pela sua grandiosidade; e o interesse dos empresários em vender e outros em adquirir aqueles instrumentos enormes de ferro, aço, borracha e vidro que fazem a diferença na vastidão das terras dos Cerrados, com áreas planas a perder de vista, todas cobertas e/ou plantadas com leguminosas.

              Além do interesse, desejo e manifestação de empresários vendedores de equipamentos para agricultores do agronegócio, vê-se milhares de pessoas afluindo ao local da feira, com as esposas, maridos, filhos e netos. E gente das mais diversas origens do país, querendo conhecer e outros visitar a feira, vendo-se no rosto e/ou na face de cada uma transbordante alegria em observar aquele centro de negócio empresarial, cravado numa área enorme; onde, antes, só pastavam os animais selvagens – onças, pebas, guaribas, ratos, tatus, veados, raposas, emas e seriemas, cobras e caititus e aves de várias espécies, etc., todo um santuário tranquilo de animais quietos e sem que presenciassem o homem e os seus objetos gigantescos de trabalho, a incomodá-los e desalojá-los retirando sua tranquilidade e do seu “habitat” natural; e sacrificando suas vidas de animais selvagens senhores e donatários únicos e exclusivos daquele imenso e inconfundível bioma territorial, então desconhecido do homem. E improdutivo.

              A derruba das matas e das árvores; o sacrifício de milhares de animais selvagens; a aradagem da terra para torna-la produtiva; os adubos químicos para melhorar a produtividade da terra; e os inseticidas para sacrificar as pragas daninhas e outros seres vivos selvagens; o calcário para retirar a acidez da terra e torna-la mais produtiva. E os aviões que sobrevoam os imensos campos plantados de soja para ajudar na matança indiscriminada de seres vivos.

              E o homem nativo, – o nosso caboclo; embora em pequena quantidade nos Cerrados, naquelas imensas paragens de terra sem fim, de visão infinita, sem horizonte, assistindo todo aquele manejo superfacto e certamente insatisfeito, vê-se esvair sua tranquilidade, diante da modernidade tecnológica da agricultura dos campos que se transformam em produtores de milhares de toneladas de alimento, que servem de alimentação para gente de outras paragens, muitos países, para onde a soja, o milho, o feijão etc., são exportados.

              Sacrificaram-se milhares e milhões de árvores; milhares de vida  de animais selvagens; tudo!... é verdade; entretanto, milhares de pessoas pelo mundo afora também estão sendo alimentadas com os produtos produzidos nas terras dos Cerrados do Distrito de Santa Rosa, no município de Uruçuí, Sul do Estado do Piauí, um Estado-membro forte e altaneiro na produção de alimentos. E ainda dispõe de milhares de hectar para explorar, aguardando o homem destemido, como aqueles que lá estão.

              Ademais, além dos vários benefícios visíveis, acima relatado, tem-se os milhares de reais que são recolhidos com os impostos, taxas e contribuições que são pagos pelas empresas e empresários do agronegócio do Distrito de Santa Rosa, que geram outros benefícios sociais à satisfação do homem daqui e de alhures, de piauienses, de brasileiros e/ou estrangeiros. Apenas o BNB, instrumento do desenvolvimento, já havia celebrado contrato para compras de equipamentos de 200 milhões de reais.

              O Distrito de Santa Rosa, no município de Uruçuí, impressiona, como disse, pelo gigantesco da XIII Exposoja, das quase 13 mil pessoas que estavam presentes visitando, revisitando e conhecendo Santa Rosa, comunidade enorme, especialmente composta de migrantes do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, etc., que acreditaram nos Cerrados do Piauí e lá moram, criam os seus filhos, trabalham muito, ganham muito dinheiro honestamente e ficam ricos, cujo principal patrimônio é a terra da qual retiram o seu bem estar e de toda a sua família. E completamente integrados à sociedade piauiense, sem quaisquer preconceitos. E, aquele cantão, sem fim da terra, só foi desbravado graças ao pioneirismo e determinação daqueles irmãos do Sul do Brasil.

MAGNO PIRES é Diretor-geral do Instituto de Águas e Esgotos do Piauí – IAE-PI, Ex-Secretário de Administração do Piauí e ex-presidente da Fundação CEPRO, advogado da União (aposentado), professor, jornalista e ex-advogado da Cia. Antáctica Paulista (hoje AMBEV) por 32 anos consecutivos.





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